
barqueiro de Paraty, de Odir Cunha, lançado agora pela Mundo Editorial, trata de uma situação cada vez mais comum entre pessoas de meia idade. Aos 48 anos, Pedro perde o bom emprego que lhe garantia um invejável nível de vida em São Paulo e ao mesmo tempo separa-se da mulher, afastando-se também dos filhos. Endividado, volta a morar com os pais, no mesmo bairro em que foi criado. Lá, em uma reunião de ex-alunos do colégio, reencontra o amigo Mauro, que há muitos anos também passara pelo mesmo trauma. Queimado de sol, alegre, feliz, Mauro é outro homem. Tinha encontrado o equilíbrio ea felicidade. Pedro fica intrigado e quer saber o que fez o amigo superar tão bem a separação ea queda de seu nível de vida. Como resposta, Mauro o convida a passar uns dias em sua casa, em Paraty, e "reaprender a viver". Esse reaprendizado, que se baseia em outro enfoque da vida, inspirado nos ensinamentos de um filósofo romano do início da Era Cristã, é o tema central de O barqueiro de Paraty. Assim como Pedro, nós, leitores, também aceitaremos o convite e faremos essa viagem não só para a paradisíaca Paraty, mas para dentro de nós mesmos, em busca das respostas e caminhos que nos abrirão novas possibilidades de uma vida plena e feliz.
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