
José Cid, no Festival Eurovisão da Canção de 1980, com a música "Um grande, grande amor." Biografia Filho de Francisco Albano Coutinho Ferreira Tavares e Fernanda Salter Cid Freire Gameiro, foi com estes, em 1953, com 11 anos, viver para Mogofores, no concelho da Anadia. Iniciou a sua carreira em 1956, com a fundação de Os Babies, agrupamento musical especializado na interpretação de músicas de outras bandas. Em 1960, ainda aluno da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, criou nessa cidade o Conjunto Orfeão, com José Niza, Proença de Carvalho e Rui Ressurreição. Em 1963, casa-se com Emília Infante da Câmara Pedroso, com quém teve uma filha, Ana Sofia Infante Pedroso Cid, nascida em 1964.[2] A família morava em São João do Estoril, concelho de Cascais. Ana Sofia colaborou imenso com o pai, sendo ela autora de muitas das suas letras e, fez coros para muitas das suas músicas. A fama chegou-lhe inicialmente através da sua participação como teclista e vocalista no conjunto Quarteto 1111, no qual obteve grande êxito com a canção A lenda de El-Rei D.Sebastião, em 1967, inovadora para a época. Ainda com o quarteto, concorreu ao Festival RTP da Canção de 1968, com Balada para D.Inês. O álbum homónimo do Quarteto 1111 foi editado em 1970, sendo alvo de censura. Casa-se mais tarde com Maria Armanda Ricardo, da qual se divorcia passado doze anos. Em 1971, José Cid lançou o seu primeiro disco a solo. Nessa época, foram também editados os EPs Lisboa perto e longe e História <b>...</b>
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